O Que Significa Saco De Douglas?

03.07.2023 0 Comments

O Que Significa Saco De Douglas

O que significa Fundo de saco de Douglas no ultrassom?

O Que é Saco de Douglas? – Também chamado de Saco de Douglas ou Bolsa de Douglas, é uma região do corpo humano que está localizada na parte baixa do abdômen, entre o útero e o reto. Muitos imaginam que seja algo exclusivamente das mulheres, mas nos homens o saco de Douglas também existe e fica situado entre a bexiga e o reto.
Ver resposta completa

O que é o saco do Douglas?

O que é? – O saco de Douglas encontra-se na parte de baixo do abdómen, localizando-se, nas mulheres, entre o útero e o reto e nos homens entre a bexiga e o reto. Esta membrana que cobre a cavidade abdominal tem como principal função suportar os órgãos.
Ver resposta completa

O que é saco de Douglas sem líquido?

Homepage Doenças Doença Inflamatória Pélvica Boa Tarde! Oque Significa Ausência De Líquido Livŕe Em Fundo De Saco De Douglas?

2 respostas Boa tarde! Oque significa ausência de líquido livŕe em fundo de saco de Douglas? Olá, significa que não existe nenhum tipo de secreção ou liquido na sua região pélvica. Isso é uma característica positiva, indica que não existe nenhuma alteração na área. Mas para melhor avaliação é necessário ver o exame completo e relacionar com o motivo do exame, procure sempre o seu ginecologista.
Ver resposta completa

Qual é o volume normal de um útero?

Mariana Varella é editora-chefe do Portal Drauzio Varella. Jornalista de saúde, é formada em Ciências Sociais e pós-graduanda na Faculdade de Saúde Pública da USP. Interessa-se por saúde pública e saúde da mulher. Prêmio Especialistas Saúde 2021 e Prêmio Einstein Colunista +Admirados da Imprensa de Saúde e Bem-Estar 2021 @marivarella Publicado em: Revisado em: Um dos mais importantes órgãos do aparelho reprodutor feminino, o útero é onde o óvulo fertilizado se implanta. O útero é um dos órgãos mais importantes do aparelho reprodutor feminino, composto também pelas tubas uterinas, ovários, vagina e vulva,

Tem forma de pera e é constituído por espessa camada de musculatura lisa. Sua extremidade superior chama-se fundo; a inferior, o colo, se projeta no interior da vagina, canal de ligação do aparelho ginecológico com o exterior. As tubas uterinas são duas estruturas que se localizam uma de cada lado do útero e conduzem os óvulos produzidos nos ovários até esse órgão.

Veja também: Prevenção do câncer de colo do útero A cavidade interna do útero é revestida por uma mucosa, o endométrio, que sofre as alterações mensais do ciclo menstrual e onde o óvulo fertilizado se implanta. Quando não ocorre a fecundação, o endométrio descama e é eliminado através da menstruação.
Ver resposta completa

O que pode ser líquido no útero?

O que é hidrossalpinge? – Hidrossalpinge é uma condição caracterizada pelo acúmulo de líquido no interior das tubas uterinas, podendo acometer só um dos tubos ou ambos. Essa alteração ocorre devido a complicações da salpingite, que, por sua vez, é uma inflamação tubária.

  1. Em grande parte dos casos, a salpingite é provocada pela presença de bactérias como a Chlamydia trachomatis e a Neisseria gonorrhoeae — são os patógenos que causam clamídia e gonorreia, respectivamente, transmitidos sexualmente.
  2. Esses microrganismos podem se propagar pelo trato genital, instalando vários focos de inflamação.

A doença inflamatória pélvica (DIP) pode incluir o comprometimento do peritônio (peritonite) e da cérvice (cervicite). Ao ascender para os órgãos reprodutivos superiores, a doença acomete o endométrio — parte interna do útero — causando endometrite e se estende para as tubas uterinas, caracterizando a salpingite.

Nos casos mais graves, os ovários também são afetados. Outras possíveis causas de salpingite e, por consequência, de hidrossalpinge são: cirurgias prévias nas tubas uterinas e formação de aderências graves devido à endometriose ou outras doenças pélvicas. Quando a inflamação é tratada de forma precoce, não há alteração na função das tubas.

Entretanto, quando o quadro de hidrossalpinge se desenvolve, existe o risco de obstrução tubária e infertilidade.
Ver resposta completa

O que quer dizer o útero em AVF?

Posição do Útero – Antes de falarmos sobre a posição do útero é preciso entender que esse não é um órgão fixo, na verdade ele é sustentado e mantido em sua posição devido a alguns pares de ligamentos flexíveis, por isso é comum que ao longo da vida a posição do útero mude,

  1. Para saber a posição em que se encontra basta um exame de toque vaginal e para ter mais precisão um exame de imagem.
  2. São três as posições possíveis: útero em medioversão, retroversão e anteversoflexão 2,
  3. Todas são consideradas normais pelos médicos, porém em alguns casos, quando há a mudança de posição, pode estar relacionado com alguns problemas como a infertilidade.

Abaixo vamos explicar melhor cada um deles:

Útero em medioversão (MVF): Muitas mulheres apresentam o útero mediovertido, nesse caso o útero simplesmente está em posição mediana. Útero em anteversoflexão (AVF): Também conhecido como útero antevertido e é a mais comum entre as mulheres. Nesse caso o que acontece é que o útero está inclinado para frente, ou seja, com o corpo uterino sobre a bexiga. Útero em retroversão (RVF): O número de mulheres que possuem o útero retrovertido é menor, nessa posição o útero está inclinado para trás, em direção ao reto.

Apesar de todas essas posições serem consideradas normais, em alguns casos é preciso atenção, como é o caso do útero retrovertido. Muitas mulheres podem ficar com o órgão nessa posição devido a infecções e inflamações na região genital e quando não tratada pode comprometer a região uterina causando até infertilidade.
Ver resposta completa

O que pode ser líquido na pelve?

Ovulação, o rompimento de um cisto simples ovariano e a própria menstruação podem levar à líquido livre na pelve. O importante é saber a quantidade desse líquido livre e se a paciente apresenta sintomas clínicos sugestivos de alguma doença.
Ver resposta completa

O que é uma infecção pélvica?

Recursos do assunto A doença inflamatória pélvica é uma infecção dos órgãos reprodutores femininos superiores (colo do útero, útero, trompas de Falópio e ovários).

A doença inflamatória pélvica é geralmente transmitida durante a relação sexual com um parceiro infectado. Normalmente, a mulher tem dor na parte inferior do abdômen, um corrimento vaginal e sangramento vaginal irregular. O diagnóstico é feito com base nos sintomas, análise de corrimento do colo do útero e da vagina e, às vezes, ultrassonografia. Ter relações sexuais com apenas um parceiro e usar preservativos reduz o risco de infecção. Os antibióticos podem eliminar a infecção.

A doença inflamatória pélvica pode ser uma infecção

Do revestimento do útero (endometrite) Das trompas de Falópio (salpingite) Uma combinação dos nervos acima

Se a infecção for grave, ela pode

Disseminar-se para os ovários (ooforite) Gerar um acúmulo de pus nas trompas de Falópio (abscesso tubo-ovariano)

Aproximadamente um terço das mulheres que tiveram a doença inflamatória pélvica apresenta a infecção novamente. A doença inflamatória pélvica geralmente ocorre em mulheres sexualmente ativas. Ela raramente afeta as meninas antes da primeira menstruação (menarca) ou mulheres durante a gravidez ou após a menopausa. O risco é maior para as seguintes mulheres:

Aquelas que são sexualmente ativas e menores de 35 anos Aquelas que têm muitos ou novos parceiros sexuais Aquelas que tiveram doença inflamatória pélvica anteriormente Aquelas de menor nível socioeconômico (que geralmente têm menos acesso a cuidados de saúde)

A doença inflamatória pélvica é geralmente causada por bactérias da vagina. Mais comumente, as bactérias são transmitidas durante a relação sexual com um parceiro que tem uma infecção sexualmente transmissível. As bactérias sexualmente transmissíveis mais comuns são A ducha aumenta o risco de infecção.

Os sintomas da doença inflamatória pélvica geralmente ocorrem no final da menstruação ou durante alguns dias depois dela. Para muitas mulheres, o primeiro sintoma é uma dor leve a moderada (muitas vezes profunda) na parte inferior do abdômen, que talvez seja pior em um lado. Outros sintomas incluem o sangramento vaginal irregular e um corrimento vaginal, às vezes com odor ruim.

À medida que a infecção se espalha, a dor no abdômen inferior torna-se cada vez mais intensa e pode vir acompanhada por uma febre baixa (geralmente inferior a 38,9 °C), náuseas ou vômitos. Posteriormente, a febre pode subir e o corrimento muitas vezes se torna purulento de cor verde-amarelada.

  • A mulher pode ter dor durante a relação sexual ou a micção.
  • A infecção talvez seja grave, mas cause sintomas leves ou nenhum sintoma.
  • Os sintomas da gonorreia tendem a ser mais graves que os de uma infecção por clamídia ou infecção por Mycoplasma genitalium, que às vezes não causam corrimento ou nenhum outro sintoma perceptível.
You might be interested:  19 19 O Que Significa

A doença inflamatória pélvica pode causar outros problemas, incluindo:

Bloqueio das trompas de Falópio Peritonite (uma infecção abdominal séria) Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis (uma infecção séria dos tecidos ao redor do fígado) Abscesso (um acúmulo de pus) Adesões (faixas de tecido cicatricial) Uma gravidez em uma das trompas de Falópio (gravidez ectópica)

Às vezes, as trompas de Falópio infectadas ficam bloqueadas. Um bloqueio das trompas pode fazer com que elas fiquem inchadas porque o líquido fica preso. A mulher pode sentir pressão ou dor crônica na parte inferior do abdômen. A síndrome de Fitz-Hugh-Curtis surge se a infecção das trompas de Falópio ocorrer devido à gonorreia ou a uma infecção por clamídia e se disseminar para os tecidos ao redor do fígado.

  1. Essa infecção pode causar dor no lado superior direito do abdômen.
  2. A dor se assemelha à de uma doença da vesícula biliar ou cálculos biliares.
  3. Adesões são faixas anômalas de tecido cicatricial.
  4. Elas podem surgir quando a doença inflamatória pélvica produz um líquido purulento.
  5. Este líquido irrita os tecidos e causa a formação de faixas de tecido cicatricial nos órgãos reprodutores ou entre os órgãos no abdômen.

Isso pode causar infertilidade e dor pélvica crônica. Quanto mais tempo e mais grave a inflamação e quanto mais frequentemente se repetir, maior o risco de infertilidade e outras complicações. O risco aumenta a cada vez que a mulher tiver a infecção.

Avaliação médica Análises de uma amostra coletada do colo do útero Exame de gravidez Às vezes, ultrassonografia ou laparoscopia

Uma amostra é normalmente coletada do colo do útero com um cotonete e analisada para determinar se a mulher tem gonorreia ou uma infecção por clamídia. Mesmo que esses exames não detectem a presença de gonorreia ou infecção por clamídia, ainda assim a mulher pode ter uma doença inflamatória pélvica.

  1. Um exame de gravidez é feito para saber se a mulher talvez tenha uma gravidez tubária, que pode ser a causa dos sintomas.
  2. Outros sintomas e resultados de exames de laboratório ajudam a confirmar o diagnóstico.
  3. A ultrassonografia da pelve é feita se a dor impede um exame físico adequado ou se mais informações são necessárias.

Ele pode detectar abscessos nas trompas de Falópio e ovários ou uma gravidez tubária. Prevenção de doença inflamatória pélvica é essencial para a saúde e a fertilidade de uma mulher. A abstenção sexual é uma forma infalível de evitar doença inflamatória pélvica sexualmente transmissível.

Antibióticos Drenagem do abscesso, se necessário

Assim que possível, antibióticos para gonorreia e infecção por clamídia são geralmente administrados por via oral ou por injeção no músculo. O tratamento imediato é necessário para evitar complicações graves. Se necessário, os antibióticos são alterados depois que os resultados estiverem prontos.

A infecção não diminui dentro de 72 horas. A mulher tem sintomas graves ou febre alta. Talvez a mulher esteja grávida. Há suspeita de um abscesso. A mulher está vomitando e, portanto, não pode tomar antibióticos por via oral em casa. O médico não consegue confirmar o diagnóstico da doença inflamatória pélvica e não consegue descartar doenças que exigem cirurgia (como a apendicite) como possíveis causas.

No hospital, os antibióticos são administrados por via intravenosa. Abscessos que persistem, apesar do tratamento com antibióticos, possivelmente serão drenados. Muitas vezes, uma agulha pode ser usada. Ela é inserida através de uma pequena incisão na pele, e um exame de imagem, como a ultrassonografia ou a tomografia computadorizada (TC), é usado para guiar a agulha até o abscesso.

A ruptura do abscesso exige cirurgia de emergência. A mulher deve abster-se de ter relações sexuais até que a terapia antibiótica seja concluída e um médico confirme que a infecção está completamente eliminada, mesmo que os sintomas desapareçam. Todos os parceiros sexuais recentes devem ser examinados quanto à presença de gonorreia e infecção por clamídia e, caso necessário, tratados.

Se a doença inflamatória pélvica for diagnosticada e tratada precocemente, uma recuperação completa é mais provável. OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.
Ver resposta completa

O que quer dizer ausência de líquido livre?

Significa que não há líquido na cavidade pélvica.
Ver resposta completa

Qual o tamanho normal do endométrio?

O endométrio é o tecido que reveste a parte de dentro do útero e que durante todo o ciclo menstrual passa por fases e diferentes espessuras. É nele que o embrião se aloja quando ocorre a fecundação. Entretanto, o endométrio tem que estar na espessura correta e totalmente saudável para que isso ocorra.

Quando a gravidez não acontece, esse tecido descama e é expelido no processo conhecido como menstruação. São três as principais fases que caracterizam o ciclo do endométrio: Fase Proliferativa: Quando o endométrio está com a menor espessura, totalmente descamado. Essa fase coincide com o fim da menstruação e é o momento em que o estrogênio libera células que aumentam sua espessura.

Fase Secretora: Ocorre durante o período fértil. Progesterona e estrogênio preparam o endométrio com nutrientes, tornando o útero um ambiente mais favorável à fixação e sustento do embrião. É a fase em que o endométrio fica mais espesso. Caso não haja fecundação ou o embrião não consiga ficar no endométrio, a mulher irá menstruar.

Fase Menstrual: Conforme os níveis hormonais caem, o endométrio passa a ser menos irrigado e torna-se menos espesso. Tais alterações fazem acontecer sua descamação, gradativamente o endométrio solta-se da parede do útero gerando o sangramento menstrual. A espessura endometrial mínima para que ocorra uma gravidez é de 8 mm sendo 18 mm considerada ideal.

Um endométrio com menos de 6 mm na fase secretora é incapaz de sustentar um embrião e as principais causas dessa alteração são a falta de progesterona, uso de anticoncepcionais e lesões por aborto ou curetagem. Após a menopausa, a espessura do endométrio geralmente é de 5 mm.
Ver resposta completa

Qual é o tamanho normal do endométrio?

Assim, nos casos de endométrio normal observa-se no exame que a aparência está relacionada ao ciclo menstrual. No início do ciclo apresenta-se como uma fina camada (linear) ecogênica, medindo até 4 mm. Na fase proliferativa apresenta-se mais espesso, com três camadas (trilaminar) e mais ecogênico, medindo até 11 mm.
Ver resposta completa

Qual é o tamanho normal do ovário?

É normal ter um ovário maior que o outro? Você já deu uma olhadinha nos seus ultrassons e ao se deparar com o tamanho dos ovários pensou: “puxa, eles são diferentes”?! Pois saiba que é sim normal tê-los em tamanhos distintos. Ovários normais tem de 3 a 18 cm cúbicos.
Ver resposta completa

Como fica a barriga de uma gravidez ectópica?

Sinais de Gravidez Ectópica – Quando a gravidez na trompa ocorre, inicialmente os sinais são os mesmos de uma gestação normal, mas com o tempo se não for feito um pré natal adequado a mãe passa a sentir dores fortes (cada vez mais fortes com o passar do tempo) em apenas um dos lados do abdômen 2, e pode inclusive vir a menstruar, já que o feto não está no útero e sim na trompa.

Outro sintoma da gravidez ectópica é o aparecimento de inchaço muito forte e rápido demais na barriga em um dos lados, mas isso não quer dizer que se você despontou uma barriguinha precoce em uma gravidez normal, sua gravidez seja ectópica pois a gravidez tubária acontece em média 1,5% das gestações, um número bem pequeno então não se preocupe.

Converse com seu médico e faça uma ultrassom em caso de dúvida para ficar despreocupada.
Ver resposta completa

Quando a gravidez ectópica aparece no ultrassom?

Relato de Caso – Gravidez ectópica tubária gemelar unilateral: Relato de caso Unilateral twin tubal ectopic pregnancy: Case report Luísa Sousa Bernardes 1 ; Gabriela Bárbara de Oliveira Lara 1 ; Adelaide Maria Ferreira Campos D’Avila 2 ; Anderson Afonso 2 1.

  1. Médico Residente do Programa de Residência Médica em Ginecologista e Obstetrícia, Hospital Regional Antônio Dias – FHEMIG, Patos de Minas, MG – Brasil 2.
  2. Médico Ginecologista e Obstetra do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, Hospital Regional Antônio Dias – FHEMIG, Patos de Minas, MG – Brasil Endereço para correspondência Luísa Sousa Bernardes Hospital Regional Antônio Dias – FHEMIG Patos de Minas, MG – Brasil E-mail: [email protected] Resumo A gravidez ectópica tubária gemelar é um evento raro, com incidência de 0,5% das gestações ectópicas.

Relatamos um caso de gravidez ectópica tubária gemelar unilateral íntegra com embrioes vivos, em uma paciente de 27 anos, que foi atendida no Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Regional Antônio Dias, encaminhada do Serviço de Ultrassonografia da Secretaria Municipal de Saúde de Patos de Minas com diagnóstico de gravidez ectópica gemelar à esquerda, referindo apenas um episódio de sangramento vaginal em pequena quantidade há 1 semana, sem outras queixas.

  1. O exame clínico e ginecológico mostrava-se sem alterações e a ultrassonografia transvaginal revelou uma cavidade uterina vazia, com uma gravidez ectópica gemelar em anexo esquerdo com atividade cardíaca em ambos os embrioes.
  2. A paciente foi submetida à laparotomia e confirmou-se a gestação ectópica tubária gemelar em trompa esquerda.
You might be interested:  Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa?

Foi realizada salpingectomia à esquerda, ato sem intercorrências, com alta hospitalar da paciente no 3º dia pós-operatório em boas condições clínicas. Este relato de caso discute a incidência, diagnóstico e tratamento da gravidez ectópica em geral, com destaque para a gravidez ectópica gemelar.

  • Palavras-chave: Gravidez Ectópica; Gravidez Tubária; Gravidez de Gêmeos.
  • INTRODUÇÃO A gravidez ectópica ocorre quando o blastocisto se implanta e se desenvolve fora da cavidade corporal do útero.
  • A localização mais comum é a tuba uterina, sendo responsável por 98% de todas as gestações ectópicas.
  • A prevalência varia de 6 a 16%; e a incidência é de aproximadamente 2% das gestações.1 A gravidez ectópica tubária gemelar é um diagnóstico raro, com incidência de 0,5% das gestações ectópicas.

A incidência de gravidez ectópica tubária gemelar com embrioes vivos é ainda mais rara, e é calculada em 1:125.000 gestações.2 A maioria das gestações ectópicas tubárias gemelares unilaterais são relatadas como monocoriônicas e monoamnióticas.3 Quando a fisiopatologia da gestação ectópica é considerada, o fator mais importante é o problema na migração do embriao para a cavidade endometrial.

Os principais fatores de risco propostos como responsáveis pela gravidez ectópica são: doença inflamatória pélvica, cirurgia tubária prévia, antecedente de gravidez ectópica, exposição intrauterina ao dietilestilbestrol, procedimentos relacionados à reprodução assistida, uso de dispositivo intrauterino (DIU) e anticoncepção de emergência.

Outros fatores de risco, de menor relevância, incluem: início precoce da atividade sexual, infecções genitais anteriores, antecedente de múltiplos parceiros sexuais, tabagismo, aumento da idade, tabagismo e anomalias congênitas uterinas.1,3,4 A tríade clássica de sinais e sintomas da gravidez ectópica compreende dor abdominal, sangramento vaginal e atraso ou irregularidade menstrual.

  • A queixa de dor abdominal é o sintoma mais frequente, podendo ser desde um quadro de dor em cólica até a presença de dor intensa, dependendo da integridade da gravidez ectópica.
  • O sangramento vaginal, na maioria das vezes discreto, ocorre em razao da descamação endometrial decorrente da produção irregular de gonadotrofina coriônica humana (hCG).1,3 Para se estabelecer o diagnóstico de gravidez ectópica, primeiramente deve ser realizado o diagnóstico de gravidez, sendo que a concentração sérica da fração beta da gonadotrofina coriônica humana (beta-hCG) tende a ser menor do que a observada em gestações tópicas da mesma idade.

Na maioria dos casos, uma única medida de beta-hCG não tem significado, mas quando a localização de uma gravidez é incerta, um aumento de 66% nos níveis de beta-hCG medidos após um intervalo de 48 horas suporta a existência de uma gravidez intrauterina.

  • A ultrassonografia, juntamente com as medidas seriadas do beta-hCG, é fundamental no diagnóstico precoce da gravidez ectópica, levando à consequente diminuição da morbidade e mortalidade.
  • Uma gravidez ectópica deve ser suspeitada quando a ultrassonografia transvaginal não mostrar uma gestação intrauterina com um nível sérico de beta-hCG de 1500 UI /L ou superior.

Com sensibilidade de 54 a 92%, os achados ultrassonográficos possíveis são: espessura endometrial menor que a observada em mulheres com gestação tópica viável, visualização de embriao com atividade cardíaca e situado em saco gestacional fora da cavidade corporal do útero, imagem anexial paraovariana semelhante ao saco gestacional (anel tubário), formação anexial sólida ou complexa (hematossalpinge ou hematoma pélvico), observação de líquido livre na cavidade peritoneal.1,3,4 O tratamento pode ser cirúrgico (radical ou conservador) ou clínico (medicamentoso ou expectante) e sua escolha está sujeita ao estado hemodinâmico da paciente, da integralidade ou não da gravidez ectópica, da presença ou ausência de atividade cardíaca do produto conceptual, do desejo reprodutivo da paciente, do local e do tamanho da gravidez ectópica e dos níveis de betahCG.1 É feito, a seguir, relato de um caso de gestação ectópica tubária gemelar unilateral íntegra, ocorrido no Hospital Regional Antônio Dias de Patos de Minas, MG, em 2017.

O presente trabalho foi aprovado pela Gerência de Ensino e Pesquisa, com o parecer de número 170/2017, e pelo Comitê de Ética em Pesquisa, com o parecer de número 2.490.726. RELATO DE CASO Paciente, com 27 anos, primigesta, com idade gestacional (data da última menstruação) de 7 semanas e 3 dias, foi atendida no Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Regional Antônio Dias, encaminhada do Serviço de Ultrassonografia da Secretaria Municipal de Saúde de Patos de Minas com diagnóstico de gravidez ectópica gemelar à esquerda, referindo apenas um episódio de sangramento vaginal em pequena quantidade há 1 semana, sem outras queixas.

Apresentava história negativa para doença inflamatória pélvica, cirurgias prévias ou uso de medicações. Ao exame clínico, mostrava-se corada, hidratada, normotensa, afebril, com abdome indolor e sem sinais de irritação peritoneal. No exame ginecológico verificou-se ausência de sangramento no momento, colo uterino grosso, de consistência fibroelástica e fechado, e ausência de massas palpáveis.

A paciente foi submetida à ultrassonografia transvaginal, que demonstrou: útero antevertido com contornos regulares e textura homogênea; endométrio ecogênico medindo 13 mm; imagem de saco gestacional em topografia anexial esquerda contendo em seu interior dois embrioes vivos, com vesícula vitelínica e batimentos cardíacos, embriao 1 com CCN de 19,7 mm e BCF 167 bpm, embriao 2 com CCN de 17,7 mm e BCF 164 bpm; ovário esquerdo com presença de corpo lúteo; ausência de líquido livre e/ou massas pélvicas.

Achados compatíveis com gestação ectópica tubária gemelar em trompa esquerda (Figura 1). FIGURA 1. (A) A ultrassonografia transvaginal mostra uma gravidez ectópica tubária gemelar unilateral. Esta gravidez foi categorizada como monocoriônicadiamniótica, dado o único saco gestacional e dois embrioes, que são separados por uma fina membrana divisória.

  • B) Demonstração da atividade cardíaca no embriao A.
  • C) Demonstração da atividade cardíaca no embriao B.
  • Paciente foi encaminhada para laparotomia e realizada salpingectomia esquerda.
  • Os achados cirúrgicos intraoperatórios foram: útero e anexos direitos normais; trompa esquerda distendida por todo seu comprimento, íntegra, sem evidências de qualquer alteração na parede tubária.

A massa tinha aproximadamente 6 cm de comprimento e continha dois embrioes. O diagnóstico intraoperatório foi de gravidez ectópica gemelar íntegra em tuba uterina esquerda (Figura 2). O ato operatório foi sem intercorrências. FIGURA 2. A laparotomia confirmou a gravidez ectópica na trompa esquerda. Observe a tuba uterina esquerda distendida e o ovário esquerdo contendo o corpo lúteo. O exame anatomopatológico demonstrou tuba uterina medindo 7,0 x 4,0 cm, contendo saco amniótico com dois fetos medindo cada um 2,0 cm de comprimento; e, aos cortes histológicos, parede de trompa uterina infiltrada por tecido vilo corial com embrioes exibindo imaturidade visceral.

O diagnóstico histopatológico foi prenhez gemelar tubo-ovariana. A alta hospitalar da paciente se deu no 3º dia pós-operatório em boas condições clínicas. DISCUSSÃO A gravidez ectópica é considerada hoje uma questao de saúde pública, devido a sua crescente incidência e significativa morbidade e mortalidade.1 O aumento da incidência pode ser explicado pela elevação da prevalência dos fatores de risco e a melhora dos métodos diagnósticos.

Contudo, muitas pacientes com gravidez ectópica não têm fatores de risco identificáveis, como no caso relatado. Apesar de a etiologia da gestação ectópica gemelar ainda ser desconhecida, estudos sugerem que a maior massa celular do zigoto gêmeo fertilizado pode resultar em transporte retardado com implante consequente nas trompas.5 O primeiro caso de gravidez ectópica gemelar foi descrito por De Ott em 1891, e Gualandi et al.

relataram o primeiro caso de gravidez ectópica gemelar com embrioes vivos em 1994.4,5 Cerca de 100 gestações de gêmeos ectópicos unilaterais foram relatadas na literatura, mas os batimentos cardíacos fetais foram demonstrados em cerca de 10% dessas gravidezes.6,7 Com base na observação clínica, 95% das gestações ectópicas gemelares são relatadas como monozigóticas.8 Semelhante à gravidez ectópica única, a tuba uterina é o local mais frequente de ocorrência.

Nas gestações tubárias, a implantação pode ocorrer na regiao ampular na maioria das vezes, mas pode ocorrer também no istmo, na regiao infundibular ou na porção intersticial da tuba. Outros locais descritos incluem o ovário, a cavidade abdominal, o colo uterino e em cicatriz de cesárea.1,8 A apresentação clínica é típica da gravidez ectópica, isto é, amenorreia, sangramento vaginal e dor abdominal, podendo ser variada, como no caso relatado, em que a paciente apresentava-se assintomática e sem achados significativos ao exame clínico e ginecológico.

  1. Isso dificulta o diagnóstico e pode resultar em aumento da morbidade e mortalidade.
  2. A identificação precoce da gestação ectópica é possibilitada especialmente pela ultrassonografia transvaginal e pela dosagem seriada do beta-hCG.
  3. No nosso caso, o paciente tinha uma ultrassonografia transvaginal na sétima semana de gravidez, que identificou dois embrioes vivos no anexo esquerdo.

Nesse caso, ter acesso à ultrassonografia transvaginal ambulatorial permitiu um diagnóstico precoce que precedeu o início dos sintomas. Isso, sem dúvida, contribuiu para a nossa capacidade de prosseguir com uma abordagem em tempo hábil, evitando complicações.

  1. Em razao do tamanho da gestação ectópica no presente caso, associado à presença de atividade cardíaca dos produtos conceptuais, a intervenção cirúrgica foi a opção escolhida.
  2. A conduta na gestação ectópica é baseada em parâmetros, entre eles o tamanho da massa, que deve ser de até 4 cm de maior diâmetro para o tratamento clínico.
You might be interested:  O Que Significa Dar 3 Seguidas?

No entanto, não se sabe se o corte usado para o tamanho da gravidez ectópica única seria adequado quando se tratar de gravidez ectópica gemelar. Os achados neste caso chamaram a atenção em razao da distensão de todo o comprimento da tuba uterina e ausência de ruptura.

  • Observação semelhante foi relatada em outros casos de gestação ectópica tubária gemelar.
  • O que se sugere é que a distensão tubária não seja o principal fator implicado na ruptura.
  • Estudos referem a necrose hemorrágica determinada pela invasão trofoblástica também como responsável pela ruptura tubária na gravidez ectópica, invasão esta relacionada à idade gestacional.

Embora uma gestação gemelar possa ser maior, a invasão trofoblástica possivelmente é menor em comparação com uma gestação única do mesmo tamanho, devido a idades gestacionais diferentes. Isso esclarece o achado de um tuba uterina íntegra, apesar da distensão marcada.8 CONCLUSÃO Relatamos um caso de gestação ectópica tubária gemelar, uma condição rara pouco descrita na literatura, destacando a necessidade de reconhecimento precoce e diagnóstico preciso da gravidez ectópica.

A identificação correta da gravidez ectópica gemelar com o uso da ultrassonografia transvaginal ajuda no gerenciamento precoce, resultando em menores complicações e melhores resultados. Um diagnóstico preciso em gravidezes ectópicas gemelares é ainda mais útil, pois tais gestações podem crescer e, portanto, apresentam maior risco de ruptura.

REFERENCIAS 1. Zugaib M, Francisco RPV. Zugaib Obstetrícia.3ª ed. Barueri: Manole; 2016.2. Eddib A, Olawaiye A, Withiam-Leitch M, Rodgers B, Yeh J. Live twin tubal ectopic pregnancy. Int J Gynecol Obstet.2006;93(2):154-5.3. Dede M, Gezginç K, Yenen M, Ulubay M, Kozan S, Güran S, et al.

  1. Unilateral tubal ectopic twin pregnancy.
  2. Taiwan J Obstet Gynecol.2008;47(2):226-8.4.
  3. Vohra S, Mahsood S, Shelton H, Zaedi K, Economides DL.
  4. Spontaneous live unilateral twin ectopic pregnancy – A case presentation.
  5. Ultrasound.2014;22(4):243-6.5.
  6. Benn R, Wheeler V, Keshi C.
  7. Spontaneous live twin tubal ectopic pregnancy: A case report.

West Indian Med J.2016;3(1):25-7.6. Ghanbarzadeh N, Nadjafi-Semnani M, Nadjafi- Semnani A, Nadjfai-Semnani F, Shahabinejad S. Unilateral twin tubal ectopic pregnancy in a patient following tubal surgery. J Res Med Sci.2015;20(2):196-8.7. Longoria TC, Stephenson ML, Speir VJ.
Ver resposta completa

É possível gerar um bebê no ovário?

Em 95% dos casos de gravidez fora do útero, o embrião se desenvolve na tuba uterina. A gravidez no ovário é considerada raríssima e acontece um caso para cada dez mil partos.Geralmente os fetos não sobrevivem. – Um caso raro na medicina, que teve um final feliz, aconteceu no Pará,

  • O olhar é de quem está descobrindo a vida, que já começou com uma história incrível pra contar.
  • Com sete meses de gravidez, Elizete procurou a Santa Casa de Belém porque estava com pressão alta.
  • Ao fazer exames de pré-natal, a jovem surpreendeu os médicos: o bebê estava sendo gerado fora do útero, mas a ressonância só permitia saber que o feto se desenvolvera na região abdominal.

“Acreditava-se que poderia ser um útero didalfo, uma paciente com dois úteros. Mas o diagnóstico definitivo foi dado no momento da cirurgia, que é onde houve a surpresa. O feto encontrava-se dentro do ovário, no ovário direito da paciente”, conta Rômulo Muller, obstetra.

  1. Elizete permaneceu internada, e após 37 semanas de gestação, Elias Gabriel veio ao mundo cheio de saúde.
  2. As gestações fora do útero ocorrem em 1% dos casos e são chamadas de ectópicas.
  3. Podem ser causadas, por exemplo, por doenças inflamatórias ou má formação do aparelho reprodutor.
  4. Em vez de seguir para o útero, o óvulo fecundado percorre outro caminho.

Em 95% dos casos, o embrião se desenvolve na tuba uterina, mas a gestação também pode ocorrer em outras partes da região abdominal. A gravidez no ovário é considerada raríssima. Segundo os médicos, acontece um caso para cada dez mil partos. O que é ainda mais raro é a gestação ir adiante, porque geralmente os fetos não sobrevivem e a taxa de mortalidade entre as mães chega a ser 90 vezes maior do que em uma gestação normal.
Ver resposta completa

Qual o primeiro sinal de câncer no útero?

Os sintomas de câncer no colo do útero incluem sangramento vaginal, dores locais, corrimento vaginal e outros. Nesses casos, a presença de sintomas pode indicar casos já avançados, necessitando de auxílio profissional para avaliação e tratamento.
Ver resposta completa

É perigoso líquido no útero?

Líquido amniótico espesso e verde aponta que o bebê evacuou dentro do útero. Isso significa que há risco de que ele aspire a substância e desenvolva pneumonite devido à obstrução da traqueia. Após o parto, é fundamental limpar a boca e as narinas da criança, além de mantê-la em acompanhamento médico especial.
Ver resposta completa

Como é o corrimento do câncer de útero?

28 de julho de 2020 – C, Pediatria de A a Z, U O câncer do colo do útero, também conhecido como câncer cervical, é causado pelo Papilomavírus humano (HPV), É um dos tipos de câncer mais comum no sexo feminino. Alguns tipos de HPV (chamados oncogênicos) são responsáveis por lesões no colo do útero (região mais próxima da vagina) que podem evoluir para o câncer.

  • O exame preventivo, conhecido como Papanicolau, é eficaz em detectar essas lesões e prevenir a evolução para o câncer.
  • Esse exame é feito no centro de saúde e é indicado para mulheres ou adolescentes que tenham ou já tiveram vida sexual ativa.
  • Nos dois primeiros anos é feito anualmente e, se nenhuma alteração for encontrada, pode ser feito a cada três anos.

Além do exame preventivo, a vacinação contra o HPV é fundamental na prevenção dessa doença, além do uso de métodos contraceptivos de barreira durante as relações sexuais. O câncer do colo do útero tem crescimento lento e pode não apresentar sintomas nos estágios iniciais.

Nos casos mais avançados, a mulher pode apresentar sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após as relações sexuais, corrimento vaginal de cor escura e com mau cheiro e dor abdominal associada a sintomas urinários ou intestinais. O tratamento é recomendado pelo médico após avaliar o estágio de evolução da doença e o tamanho do tumor.

Entre as opções estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. O Que Significa Saco De Douglas https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-do-colo-do-utero
Ver resposta completa

O que quer dizer ausência de líquido livre?

Significa que não há líquido na cavidade pélvica.
Ver resposta completa

Pode ter relação antes de fazer ultrassom?

Como me preparar para o exame transvaginal? – Geralmente, não há necessidade da realização de um preparo para o exame de ultrassonografia transvaginal, É apenas aconselhado que a mulher tome um banho e tenha cuidado com a higiene pessoal antes da realização do ultrassom e também utilize roupas confortáveis e que possam ser retiradas com facilidade.

Não há problemas em realizar o exame durante o período menstrual e nem em ter relações antes de fazer o ultrassom, No caso da mulher estar menstruada, é recomendado retirar o absorvente interno, caso esteja utilizando. Também não há necessidade de se depilar antes do exame, a não ser, é claro, que você se sinta mais confortável dessa forma.

Em alguns casos específicos, o médico pode solicitar que a mulher realize o ultrassom com a bexiga cheia, Isso é feito com o objetivo de afastar o intestino, o que facilita a obtenção das imagens. Neste caso, é recomendado ingerir de dois a três copos d’água cerca de uma hora antes do exame, e evitar utilizar o banheiro até a realização do mesmo.

Saber como funciona o ultrassom transvaginal, porque ele é recomendado e como se preparar é importante para a segurança e conforto da paciente. Como vimos, se trata de um exame simples, necessário para analisar a saúde íntima da mulher e do feto, no caso de pacientes grávidas. O procedimento dura em média de 10 a 15 minutos, e o laudo médico pode ser entregue de forma imediata ou em alguns dias após a realização do exame.

E agora que você já tem todas as informações, aproveite para marcar agora o seu ultrassom transvaginal na Clínica CEU! Equipe da Clínica CEU Responsável pelo conteúdo: Dr Rogério Augusto Pinto da Silva – CRM: 13323 – MG. Currículo Lattes. http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728497Y9
Ver resposta completa

O que é pequena quantidade de líquido em fundo de saco posterior?

Homepage Serviços Ultrassonografia Transvaginal Fiz Três Transvaginal A Ultima Deu Presença De Líquido No Fundo Do Saco Posterior (Dip) Isso É G

3 respostas Fiz três transvaginal a ultima deu presença de líquido no fundo do saco posterior (Dip) isso é gravidez? Liquido no fundo de saco posterior em pequena quantidade normalmente é resultado de uma ovulação, e é normal. Mas também pode ser uma infecção pélvica ou sangramento ( por exemplo por uma gravidez nas trompas).
Ver resposta completa