Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa?

03.07.2023 0 Comments

Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa

O que é EGFR afro descende?

Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/123456789/3164

Title: Função renal, hipertensão arterial e fatores associados: um estudo em comunidades de afrodescendentes quilombolas do nordeste brasileiro
Other Titles: Renal function, arterial hypertension and associated factors: a study in communities of afro-descendant quilombolas from northeastern brazilan
Authors:
Keywords: Afrodescendente Taxa de filtração glomerular Hipertensão Afrodescendant Glomerular filtration rate Hypertension
Issue Date: 22-Oct-2018
Publisher: Universidade Federal do Maranhão
Abstract: Introdução:A estimativa da taxa de filtração glomerular (eGFR) é o melhor parâmetro para avaliar o desempenho renal em indivíduos normais ou pacientes com doença renal. Estudos sugerem maior gravidade da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e das repercussões na eGFR em afrodescendentes. Assim, o objetivo deste estudo é avaliar a estimativa da taxa de filtração glomerular, hipertensão arterial e fatores associados em afrodescendentes de comunidades Quilombolas do Nordeste Brasileiro.Métodos:Este é um estudo transversal, descritivo e analítico, com base em dados sociodemográficos e de avaliação clínica. A população selecionada foi composta de 163 indivíduos, a partir de 21 anos de idade. Para determinação da eGFR, HAS e perfil lipídico foram utilizadas a equação CKD-EPI,a VII Diretrizes Brasileira de Hipertensão e V Diretriz Brasileira de Dislipidemia. Resultados: A amostra apresentou idade média de 51,5 ± 14,5 anos; a maioria eram do gênero feminino 59,5%; apresentavam-se na faixa etária de 40-49 anos. Em relação aos estágios de hipertensão arterial não houve correlação significativa com eGFR. A análise dos valores de pressão arterial sistólica e idade (r = -0,17; p = 0,025) mantiveram uma relação inversa estatisticamente significante com a eGFR. Houve associação significativa entre eGFR e as variáveis gênero (p=0,012) efaixa etária (p =0,002). Perfil lipídico, avaliação antropométrica não apresentaram associação com a eGFR nessa amostra. Conclusão: A eGFR teve relação significativa com as variáveis gênero, faixa etária e pressão arterial sistólica.
Description: ABSTRACT Introduction: Estimating glomerular filtration rate (eGFR) is the best parameter to evaluate renal performance in normal subjects or patients with renal disease. Studies suggest a greater severity of systemic arterial hypertension (SAH) and the repercussions on eGFR in Afrodescendants. Thus, the objective of this study is to evaluate the estimation of glomerular filtration rate, arterial hypertension and associated factors in Afro – descendants of Quilombola communities of Northeast Brazil.Methods:This is a cross-sectional, descriptive and analytical study, based on sociodemographic and clinical evaluation data. The selected population is composed of 163 individuals, from 21 years old. For the determination of eGFR, SAH and lipid profile, the CKD-EPI equation was applied to the VII Brazilian Guidelines for Hypertension and V Brazilian Dyslipidemia Guideline.Results: The sample had a mean age of 51.5 ± 14.5 years; the majority were women between the ages of 40 and 49.There was no significant correlation with eGFR and the stages of hypertension. The analysis of systolic lood pressure and age (r = -0.17, p = 0.025) maintained a statistically significant inverse relationship with eGFR. There was a significant association between eGFR and the variables gender (p = 0.012) and age group (p = 0.002). Lipid profile, anthropometric evaluation showed no association with eGFR in this sample. Conclusion: The eGFRhad a significantrelationshipwiththevariablesgender, age groupandsystolicbloodpressure.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/3164
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O que é EGFR não afrodescendente inferior a 90?

DRC estádio 2 – Pacientes com taxa de filtração glomerular entre 60 e 89 ml/min. Esta pode ser chamada pré-insuficiência renal. São pessoas com pequenas perdas da função dos rins, sendo o estágio mais precoce de insuficiência renal. Como os rins vão perdendo função naturalmente com a idade, muitos idosos podem ter função renal um pouco reduzida.

Esta queda de função é simplesmente um sinal de envelhecimento dos rins. Portanto, encontrar idosos com critérios para IRC estágio 2 é extremamente comum. Se o paciente não tiver nenhuma doença que ataque os rins, como diabetes ou hipertensão, essa ligeira perda de função renal não acarreta maiores problemas a médio/longo prazo.

No estádio 2, o rim ainda consegue manter suas funções básicas, e a creatinina sanguínea ainda se encontra muito próxima da faixa de normalidade. No entanto, é importante ressaltar que esses pacientes correm maior risco de agravamento da função renal se expostos, por exemplo, a drogas tóxicas aos rins, como anti-inflamatórios ou contrastes para exames radiológicos (leia: Remédios que podem fazer mal aos rins ).
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Quando a taxa de filtração glomerular está muito baixa?

Insuficiência renal crônica – Ao chegar nesse ponto, os rins não são mais capazes de regular as suas próprias funções. A falta do seu trabalho é incompatível com a vida, pois a taxa glomerular é muito baixa, sendo inferior a 15 mL/min. Nesses casos, é fundamental que o paciente faça diálise enquanto espera por um transplante renal.
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Quais os sinais que os rins não estão funcionando bem?

Sinais que podem alertar para problemas nos rins –

  • Agora que já lembramos o quanto o bom funcionamento dos rins é importante para manter o corpo saudável, vamos falar de alguns sinais que devem alertar para possíveis problemas no funcionamento destes órgãos.
  • A doença renal pode ser silenciosa, mas em alguns casos os indivíduos sentem alguns sintomas.
  • Os sinais e sintomas mais conhecidos são: hipertensão arterial, urina com espuma ou sangue (a espuma pode indicar a presença de proteínas), edemas, anemia, palidez, cansaço, dor no peito e sonolência.

As doenças renais só podem ser diagnosticadas com precisão real com exames de sangue e urina. Alguns sinais físicos podem mostrar com mais clareza que tem algo de errado. Preparamos para você 8 sinais que alertam para possíveis problemas nos rins.
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Como saber o grau da insuficiência renal?

Saiba quais são os cinco estágios da doença renal A é caracterizada pela perda lenta e progressiva da função dos rins. Incialmente, ela apresenta sintomas muito sutis, o que a faz ser conhecida pelos especialistas como uma doença silenciosa. A DRC possui cinco estágios definidos pela quantidade de sangue que os órgãos são capazes de filtrar.

Uma pessoa pode chegar em estágios avançados da disfunção renal sem apresentar sintomas; Exames simples de sangue e urina são capazes de detectar a doença renal; A DRC pode ser tratada e, quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores serão as chances de controlar a sua evolução;

Como a função renal é mensurada? A Taxa de Filtração Glomerular (TFG) mede a capacidade dos rins de filtrarem o sangue e possibilita que o nefrologista identifique se há algum comprometimento renal. A TFG pode ser facilmente estimada por meio do nível de creatinina no sangue, tal indicador é avaliado junto a elementos como idade, etnia e sexo, assim o especialista pode chegar às conclusões clínicas.

  • Também é possível medir a taxa de filtração através da dosagem creatinina urinária em urina de 24h e sérica.
  • Outro fator que avaliamos em conjunto é a presença de albumina na urina, que pode acelerar a evolução da doença.
  • Nem todos os pacientes de estágio 1 chegarão ao 5, porém, o risco da progressão aumenta expressivamente quanto mais avançado for o estágio, e quanto maior for o nível de albuminúria”, explica Dra.

Lecticia Jorge, Nefrologista. Conheça os cinco estágios da DRC

Estágio TFG Descrição Quadro clínico
Estágio 1 90 ou mais Danos renais com TFG normal Filtração ainda normal, usualmente, sem sintomas. Mas, já existe risco de evolução da doença se os fatores de progressão não forem tratados.
Estágio 2 60 a 89 Danos renais e diminuição leve na TFG Comprometimento leve da função renal. Pode acontecer devido ao próprio envelhecimento. Geralmente, ainda sem sintomas.
Estágio 3 30 a 59 Diminuição pouco severa TFG Começam os primeiros sintomas como anemia e doença óssea leve. O paciente deve iniciar o tratamento conservador e controlar fatores de risco para evitar a perda da função renal.
Estágio 4 15 a 29 Redução severa na TFG Já conhecido como estágio pré-dialítico. O paciente deve manter tratamento conservador e iniciar preparo para substituição renal.
Estágio 5 15 ou menos Insuficiência renal estabelecida A maioria dos pacientes apresenta sintomas como náuseas, vômitos e perda de peso. Já a anemia, o acúmulo de líquido e a doença óssea ficam mais intensos. Esse é o momento de iniciar substituição renal.

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Mantenha visitas regulares ao seu médico nefrologista. O acompanhamento e o monitoramento desse especialista são fundamentais para evitar um comprometimento maior da função renal. : Saiba quais são os cinco estágios da doença renal
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O que fazer para aumentar a taxa de filtração glomerular?

4. Pratique atividades físicas regularmente – A prática de atividades físicas é um componente importante para o tratamento alternativo de várias doenças. Afinal, pessoas sedentárias tendem a ter uma redução mais acentuada na taxa de filtração glomerular — que indica como está a saúde dos rins.

  • Para pacientes que ainda não estão em fase de tratamento via hemodiálise, a atividade física moderada pode ser bastante efetiva e segura na busca por uma melhor qualidade de vida.
  • Afinal, a filtragem de toxinas pelos rins se torna mais eficiente em indivíduos ativos.
  • Ademais, a prática regular de atividades físicas é um fator de proteção contra doenças renais, sobretudo e tumores, como indicam algumas pesquisas.

Porém, o ideal é que o paciente mantenha uma rotina semanal de pelo menos 150 minutos de atividade física para evitar a piora da função renal,
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O que é o gene EGFR?

Câncer de Pulmão. Mutações no gene EGFR O câncer de pulmão figura entre os tipos de câncer mais prevalentes em todo o mundo e estima-se que 13% de todos os casos diagnosticados sejam pulmonares. Sua gravidade está altamente atrelada ao diagnóstico tardio, o que eleva a taxa de mortalidade da doença.

Felizmente, desde meados dos anos 2000, a taxa incidência do câncer de pulmão vem diminuindo, especialmente em mulheres, fruto da adesão a estilos de vida mais saudáveis e a diminuição do tabagismo. Mas, como o câncer de pulmão se desenvolve? Como todo câncer, seu desenvolvimento esta relacionado à desregulação do ciclo celular das células pulmonares, originando crescimento exagerado do tecido e formação de tumores malignos.

Em caso de malignidade, esse crescimento desproporcional pode invadir e destruir outros tecidos sadios próximos. Além disso, as células tumorais podem se desprender do tumor de origem e se espalhar por meio da corrente sanguínea ou dos vasos linfáticos para outras partes do corpo, dando origem a novos tumores (metástases).

Essa desregulação do ciclo celular envolve diversos fatores causais, como genéticos (histórico familiar), ambientais (poluição, exposição a agentes químicos) e de estilo de vida (tabagismo). Dentre estes fatores, o tabagismo é considerado o principal causador do câncer de pulmão. Tanto a exposição ativa quanto a passiva ao tabaco aumentam muito o risco de desenvolvimento do câncer.

Além disso, a mortalidade por câncer de pulmão entre fumantes pode ser até 15 vezes maior do que entre pessoas que nunca fumaram. Por isso, a melhor forma de prevenção é cultivar hábitos saudáveis de vida e não fumar. Para os fumantes, parar em qualquer idade pode reduzir significativamente o risco de desenvolvimento da doença.

  1. Como é realizado o diagnóstico do câncer de pulmão? Antes de falarmos sobre diagnóstico, saiba que o câncer pulmonar é uma doença silenciosa e que não apresenta sintomas iniciais bem definidos.
  2. Em geral, a sintomatologia começa a aparecer apenas em estágios mais avançados e podem incluir tosse persistente, escarro com sangue, dor no peito, piora da falta de ar, perda de peso e de apetite, pneumonia recorrente ou bronquite.

O diagnóstico se inicia com exame clínico, onde o médico pode solicitar exames complementares de imagem, como raio-X do tórax e tomografia. Em caso de suspeita de câncer, a biópsia pulmonar é solicitada para diagnóstico, onde o médico patologista irá realizar diversos exames e análises do tecido para chegar a um resultado definitivo.

  1. Dentre estes exames, a avaliação de biomarcadores específicos para o câncer pulmonar torna-se fundamental.
  2. E neste quesito, o Grupo Diagnose apresenta ampla experiência e expertise, pois possuímos o que há de mais moderno em termos de diagnóstico molecular para estes fins.
  3. Detecção de mutações no gene EGFR O termo oncogene refere-se a genes ligados ao surgimento de tumores, tanto malignos quanto benignos.

Para fins terapêuticos e diagnósticos, a identificação de mutações nestes genes é muito importante. Este é o caso do gene do receptor de crescimento epidérmico (EGFR). O EGFR é uma proteína presente nas células que exerce função associada com crescimento e sobrevida celular,

No entanto, mutações que afetam a expressão ou a atividade de EGFR podem resultar em câncer. De fato, uma grande parcela dos casos de carcinomas de pulmão de células não pequenas (NSCLC – sigla em inglês) apresentam mutações neste gene (de 60 a 80%). No entanto, a incidência de mutações ativadoras no gene EGFR em casos de NSCLC é menor, entre 10 a 30%.

Estas mutações ativadoras são aquelas que efetivamente irão desencadear o desenvolvimento do câncer e são frequentemente utilizadas como alvo para o desenvolvimento de novos fármacos para tratamento, como os inibidores da atividade da proteína EGFR. Por isso, o EGFR tornou-se uma importante ferramenta utilizada para a terapêutica, melhorando a sobrevida de pacientes diagnosticados com a doença.

  1. Mas não é só isso! O gene EGFR também é utilizado como um importante biomarcador para o câncer de pulmão.
  2. É possível identificar uma mutação específica no gene EGFR na amostra por meio da técnica molecular de PCR, ou ainda, múltiplas por meio do sequenciamento de nova geração (NGS).
  3. Estas técnicas, juntamente com a análise histopatológica do tecido, são essenciais para fechar com assertividade o diagnóstico da doença.

Além disso, esse tipo de análise auxilia o médico na tomada de decisão da melhor conduta terapêutica. Isso porque, a depender do tipo de mutação, a EGFR pode se tornar mais sensível à ação dos fármacos inibidores mencionados anteriormente, como o erlotinibe e gefitinibe.

Dessa forma, sugere-se a utilização desse tipo de abordagem farmacológica em lugar da quimioterapia em casos de pacientes diagnosticados com NSCLC. No Grupo Diagnose, você encontra os exames de PCR e NGS para ampla variedade de oncogenes, como o EGFR. Além disso, contamos com uma equipe especializada para garantir segurança e precisão na geração dos resultados.

Nós, do Grupo Diagnose, assumimos o compromisso de deixá-los sempre bem-informados e atualizados, trazendo conteúdos relevantes e de qualidade para você. Referência: Bethune, G., Bethune, D., Ridgway, N., & Xu, Z. (2010). Epidermal growth factor receptor (EGFR) in lung cancer: an overview and update.

  1. Journal of thoracic disease,
  2. Gridelli, C., Rossi, A., Carbone, D. et al. (2015).
  3. Non-small-cell lung cancer.
  4. Nat Rev Dis Primers,
  5. INCA – Instituto Nacional de Câncer.
  6. Câncer de Pulmão. (2021).
  7. Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-pulmao Jin, R., Peng, L., Shou, J., Wang, J., Jin, Y., Liang, F.,,

& Xia, Y. (2021). EGFR-Mutated Squamous Cell Lung Cancer and Its Association With Outcomes. Frontiers in Oncology, Metro, G., & Crinò, L. (2012). Advances on EGFR mutation for lung cancer. Translational lung cancer research, Rudin, C.M., Brambilla, E., Faivre-Finn, C.
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O quê é creatinina EGFR?

Quais são os resultados possíveis para o exame Creatinina – Inclui a Taxa de Filtração Glomerular? – Os resultados do exame de creatinina com taxa de filtração glomerular devem estar dentro do limite automático, conforme os valores indicados na tabela abaixo. Resultados fora da faixa normal devem ser acompanhados por um médico.

Gênero Valores de referência
Feminino 0,5 – 1,11 mg/dL
Masculino 0,72 – 1,25 mg/dL

img class=’aligncenter wp-image-189362 size-full’ src=’https://normasambientales.com.mx/infoblog/wp-content/uploads/2023/04/fimogibelunu.png’ alt=’Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa’ /> Também conhecido como: Dosagem de Creatinina, Creatinina no Sangue, Creatinina (Soro), Creatininemia, GFR Estimativa e Filtração Glomerular Estimada. A creatinina é um produzida pelos músculos, filtrada no sangue pelos rins e liberada pela urina. A quantidade produzida depende do tamanho do corpo e da massa muscular.

A taxa de filtração glomerular é utilizada para estimar a quantidade de sangue filtrado por minuto pelos rins, sendo indicada para rastrear e detectar danos renais precocemente, além de ajudar no diagnóstico de doença renal crônica ou monitorar o funcionamento dos rins. Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas.

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O que significa TFG baixo?

Estágio 2 – O segundo estágio da doença renal crônica é definido pela diminuição da TFG, que estará entre 60 a 89 mL/min/1,73 m², ou seja, os rins já não conseguem fazer a filtragem do jeito que deveriam e deixam impurezas no sangue, mas ainda não está em um nível preocupante.
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Como saber qual a porcentagem que os rins estão funcionando?

Porcentagem da função renal Atualmente um cálculo para verificar a porcentagem de funcionamento dos rins tem sido utilizado, ele consiste na relação entre a idade, peso e resultado do exame de creatinina do indivíduo.
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Qual é a porcentagem normal de um rim?

Pra que serve a calculadora – O exame mais comumente utilizado para aferição da função renal é a creatinina no sangue, contudo isso não é suficiente para uma estimativa do funcionamento dos rins. Existem algumas calculadoras desenvolvidas para esse fim, sendo a CKD-EPI, apresentada em 2009 e reajustada em 2021, a mais acurada de todas elas.

Essa análise junta a creatinina plasmática(sangue), a idade e o sexo da pessoa. A raça, até então foi retirada na reavaliação de 2021. O resultado norteia o grau de disfunção renal, ajuda nas decisões terapêuticas e na inferência prognóstica de risco para necessidade de diálise ou transplante. O valor de referência para adultos saudáveis é acima de 90 mL/min/1,73m2.

Convém lembrar que há uma diminuição fisiológica da TFG (taxa de filtração glomerular), que seria uma espécie de % de funcionamento renal, com a idade. Creatinina do sangue: mg/dl Idade(anos): Sexo: Masculino Feminino
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Qual o primeiro sinal de problema nos rins?

Inchaço nas pernas ou no rosto. Cólica renal. Infecção urinária (ardor para urinar ou dor lombar associada a febre, urina com mal cheiro ou turva, dificuldade para urinar ou sentir vontade de urinar muitas vezes ao dia) Sangue na urina.
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É possível recuperar a função renal?

Page 2 – A insuficiência renal é reversível quando o problema ainda não se tornou crônico. Assim, em sua fase aguda, a maioria dos pacientes consegue realizar o tratamento e recuperar as funções renais, mantendo uma vida normal a partir daí. Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa Você Sabia Que A Insuficiência Renal, Às Vezes, Pode Ser Reversível? 2 A insuficiência renal é um problema que traz preocupação para as pessoas. Afinal, se caracteriza pela perda da função dos rins, com risco de se tornar um problema crônico que exige a necessidade de fazer diálise ou ser submetido a um transplante renal.
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Quais os medicamentos que fazem mal para os rins?

Entre os principais medicamentos nefrotóxicos, estão os anti-inflamatórios não esteroides, como a aspirina; os antibióticos, como a penicilina; e os analgésicos de paracetamol, quando ingeridos com frequência e de forma prolongada (meses ou anos).
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Quando a insuficiência renal é preocupante?

Page 2 – A insuficiência renal crônica é um problema que pode ser tratado. A abordagem é adequada à necessidade de cada pessoa, podendo trazer bons resultados na remissão dos sintomas e na prevenção do avanço da doença. No entanto, a perda da função dos rins não pode ser revertida. Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa Insuficiência Renal Crônica Tem Cura? 2 A insuficiência renal crônica, que também pode ser chamada de doença renal crônica, se caracteriza pela perda das funções renais por um período maior do que 3 meses. Esse é um quadro preocupante porque tem uma evolução lenta e geralmente não manifesta sintomas.

  1. Por causa dessa característica, a insuficiência renal crônica muitas vezes é diagnosticada de forma tardia.
  2. Nesses casos, a perda das funções renais já está muito significativa, o que dificulta o tratamento e pode exigir a realização de sessões de diálise.
  3. Mas a principal dúvida é se a insuficiência renal crônica pode ser curada.

Neste artigo respondemos essa pergunta. Continue lendo.
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Quando é considerado que a pessoa tem insuficiência renal?

Insuficiência renal crônica | Biblioteca Virtual em Saúde MS Insuficiência renal é a condição na qual os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas. A insuficiência renal pode ser aguda (IRA), quando ocorre súbita e rápida perda da função renal, ou crônica (IRC), quando esta perda é lenta, progressiva e irreversível.

  • Além de eliminar resíduos e líquidos do organismo, os rins executam outras funções importantes: – regulam a água do organismo e outros elementos químicos do sangue como o sódio, o potássio, o fósforo e o cálcio; – eliminam medicamentos e toxinas introduzidos no organismo;
  • – liberam hormônios no sangue.
  • Esses hormônios:
  • – regulam a pressão sangüínea; – fabricam células vermelhas do sangue;
  • – fortalecem os ossos.
  • Insuficiência renal crônica: ocorre a perda parcial da função renal, de forma lenta, progressiva e irreversível;
  • Insuficiência renal crônica terminal: perda da função renal maior do que 85 a 90%, que leva ao aumento de toxinas e água no organismo mais do que ele consegue suportar, sendo necessário, então, iniciar um tratamento que substitua a função dos rins.
  • Sintomas: a maioria das pessoas não apresenta sintomas graves até que a insuficiência renal esteja avançada. Porém, o paciente pode observar que:
  • – sente-se mais cansado e com menos energia; – tem dificuldades para se concentrar; – está com o apetite reduzido; – sente dificuldade para dormir; – sente cãibras à noite; – está com os pés e tornozelos inchados; – apresenta inchaço ao redor dos olhos, especialmente pela manhã; – está com a pele seca e irritada;
  • – urina com mais freqüência, especialmente à noite.
  • Tratamento conservador: é o tratamento realizado por meio de orientações importantes, medicamentos e dieta, visando conservar a função dos rins que já têm perda crônica e irreversível, tentando evitar, o máximo possível, o início da diálise – tratamento realizado para substituir algumas das funções dos rins, ou seja, retirar as toxinas e o excesso de água e sais minerais do organismo.

Transplante renal: é a forma de tratamento em que, por meio de uma cirurgia, o paciente recebe um rim de um doador (vivo ou cadáver). Neste tratamento o paciente tem que fazer uso de medicações que inibem a reação do organismo contra organismos estranhos, neste caso, o rim de outra pessoa, para evitar a rejeição do “novo rim”.

  • Necessita de acompanhamento médico contínuo.
  • Tipos de diálise: Hemodiálise: diálise realizada por meio da filtração do sangue.
  • O sangue é retirado pouco a pouco do organismo através de uma agulha especial para punção de fístula arteriovenosa * ou cateter (tubo) localizado numa veia central do pescoço, bombeado por uma máquina e passa por um filtro onde vão ser retiradas as toxinas e a água que estão em excesso no organismo.

Depois de “limpo”, o sangue volta para o corpo através da fístula ou do cateter. A hemodiálise é realizada em clínicas especializadas, no mínimo 3 vezes por semana e tem uma duração de aproximadamente 3-4 horas. Diálise peritoneal: diálise realizada através de uma membrana (fina camada de tecido) chamada peritônio.

  1. O peritônio está localizado dentro da barriga e reveste todos os órgãos dentro dela.
  2. Ele deixa passar, através de seus pequenos furos, as toxinas e a água que estão em excesso no organismo.
  3. A diálise peritoneal é feita com a colocação de um líquido extremamente limpo dentro da barriga através de um cateter.

O líquido deve permanecer dentro da barriga por um período determinado pelo médico e, quando ele for retirado, vai trazer junto com ele as toxinas e o excesso de água e sais minerais. Esta diálise é feita em casa, após o treinamento do paciente e de seus familiares.

  1. Prevenção:
  2. – fazer exames periódicos com acompanhamento médico; – seguir o tratamento prescrito para diabetes e/ou pressão alta; – perder excesso de peso seguindo uma dieta saudável e um programa de exercícios periódicos; – parar de fumar, se for fumante; – evitar o uso de grandes quantidades de analgésicos vendidos sem receita; – fazer mudanças na dieta, como reduzir o sal e a proteína;
  3. – limitar a ingestão de bebidas alcoólicas.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em fevereiro de 2.011. Fontes: : Insuficiência renal crônica | Biblioteca Virtual em Saúde MS
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Quando a insuficiência renal é considerada grave?

Doença renal A insuficiência renal consiste na deterioração da função renal. A doença pode ser crónica ou aguda. Trata-se de uma doença crónica se a perda de função renal se instala lentamente e evolui há mais de três meses, podendo ser aguda se a sua instalação é inferior a esse período.

A creatinina sérica é um marcador simples da função dos rins. Valores elevados de creatinina, acima de 1.2 mg/dl nos adultos ou de 0.8 mg/dl nas crianças com mais de 5 anos, indicam insuficiência renal. Tal como a creatinina, existem outras substâncias (por exemplo, a ureia, o potássio e o fósforo) que por deficiência de filtração “renal” (glomerular) aumentam no sangue.

Frequentemente os doentes renais questionam se têm só um rim com deficiência (unilateral) ou se são os dois (bilateral). As situações de insuficiência renal aguda ou crónica implicam deficiência dos dois rins. Se um dos rins estiver a funcionar normalmente compensa a deficiência do outro, aumentando mesmo a sua dimensão (rim vicariante).

  1. Um bom exemplo disso mesmo é o transplante renal em que se insere apenas um rim em cada receptor, alcançando uma função renal “normal” nas situações em que o procedimento decorre dentro da normalidade.
  2. A fase mais avançada da insuficiência renal, quando o “rim pára de funcionar” (insuficiência renal terminal ou final), implica a substituição da função renal por diálise ( hemodiálise ou diálise peritoneal ) ou, eventualmente, por transplante renal,

Veja mais informação em tratamento da insuficiência renal. A insuficiência renal é uma doença frequente, sendo responsável por gastos consideráveis e crescentes nos orçamentos de saúde. Apresenta um amplo leque de alterações clínicas e analíticas que exigem a implementação de estratégias para a sua prevenção, deteção precoce e tratamento.
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Quem tem insuficiência renal não urina?

Sintomas de Insuficiência renal aguda – Sinais e sintomas de insuficiência renal aguda podem incluir:

Diminuição da produção de urina, embora, ocasionalmente, a urina permaneça normal Retenção de líquidos, causando inchaço nas pernas, tornozelos ou pés Sonolência Falta de fome Falta de ar Fadiga Confusão Náusea e vômitos Convulsões ou coma, em casos graves Dor ou pressão no peito.

Às vezes, insuficiência renal aguda não causa sinais ou sintomas e é detectada através de testes de laboratório realizados por outra razão.
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Quais os fatores que afetam a taxa de filtração glomerular?

A Filtração Glomerular – A filtração glomerular é determinada pelo:

  1. Balanço das forças hidrostáticas e coloidosmóticas, atuando através da membrana capilar.
  2. Coeficiente de filtração capilar (Kf), o produto da permeabilidade e da área de superfície de filtração dos capilares.

A filtração glomerular corresponde a cerca de 20% do fluxo plasmático renal (FPR) e possui elevada intensidade de filtração, maior que a maioria dos outros capilares e isso se deve a alta pressão hidrostática glomerular e ao alto Kf. No ser humano adulto médio, a FG é cerca de 125ml/dia ou 180L/dia. A fração do filtrado é: FG/FPR. Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa Imagem: Valores médios do fluxo plasmático renal total, do filtrado glomerular, da reabsorção tubular e da velocidade de fluxo da urina. Fonte: HALL, John Edward; GUYTON, Arthur C. Guyton & Hall tratado de fisiologia médica.13. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
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O que diminui TFG?

Alteração na pressão hidrostática no espaço de Bowman, como ocorre com a obstrução completa do trato urinário ou tubular, reduz inicialmente a TFG por meio da elevação da pressão hidrostática.
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O que é o gene EGFR?

Câncer de Pulmão. Mutações no gene EGFR O câncer de pulmão figura entre os tipos de câncer mais prevalentes em todo o mundo e estima-se que 13% de todos os casos diagnosticados sejam pulmonares. Sua gravidade está altamente atrelada ao diagnóstico tardio, o que eleva a taxa de mortalidade da doença.

Felizmente, desde meados dos anos 2000, a taxa incidência do câncer de pulmão vem diminuindo, especialmente em mulheres, fruto da adesão a estilos de vida mais saudáveis e a diminuição do tabagismo. Mas, como o câncer de pulmão se desenvolve? Como todo câncer, seu desenvolvimento esta relacionado à desregulação do ciclo celular das células pulmonares, originando crescimento exagerado do tecido e formação de tumores malignos.

Em caso de malignidade, esse crescimento desproporcional pode invadir e destruir outros tecidos sadios próximos. Além disso, as células tumorais podem se desprender do tumor de origem e se espalhar por meio da corrente sanguínea ou dos vasos linfáticos para outras partes do corpo, dando origem a novos tumores (metástases).

  1. Essa desregulação do ciclo celular envolve diversos fatores causais, como genéticos (histórico familiar), ambientais (poluição, exposição a agentes químicos) e de estilo de vida (tabagismo).
  2. Dentre estes fatores, o tabagismo é considerado o principal causador do câncer de pulmão.
  3. Tanto a exposição ativa quanto a passiva ao tabaco aumentam muito o risco de desenvolvimento do câncer.

Além disso, a mortalidade por câncer de pulmão entre fumantes pode ser até 15 vezes maior do que entre pessoas que nunca fumaram. Por isso, a melhor forma de prevenção é cultivar hábitos saudáveis de vida e não fumar. Para os fumantes, parar em qualquer idade pode reduzir significativamente o risco de desenvolvimento da doença.

Como é realizado o diagnóstico do câncer de pulmão? Antes de falarmos sobre diagnóstico, saiba que o câncer pulmonar é uma doença silenciosa e que não apresenta sintomas iniciais bem definidos. Em geral, a sintomatologia começa a aparecer apenas em estágios mais avançados e podem incluir tosse persistente, escarro com sangue, dor no peito, piora da falta de ar, perda de peso e de apetite, pneumonia recorrente ou bronquite.

O diagnóstico se inicia com exame clínico, onde o médico pode solicitar exames complementares de imagem, como raio-X do tórax e tomografia. Em caso de suspeita de câncer, a biópsia pulmonar é solicitada para diagnóstico, onde o médico patologista irá realizar diversos exames e análises do tecido para chegar a um resultado definitivo.

Dentre estes exames, a avaliação de biomarcadores específicos para o câncer pulmonar torna-se fundamental. E neste quesito, o Grupo Diagnose apresenta ampla experiência e expertise, pois possuímos o que há de mais moderno em termos de diagnóstico molecular para estes fins. Detecção de mutações no gene EGFR O termo oncogene refere-se a genes ligados ao surgimento de tumores, tanto malignos quanto benignos.

Para fins terapêuticos e diagnósticos, a identificação de mutações nestes genes é muito importante. Este é o caso do gene do receptor de crescimento epidérmico (EGFR). O EGFR é uma proteína presente nas células que exerce função associada com crescimento e sobrevida celular,

No entanto, mutações que afetam a expressão ou a atividade de EGFR podem resultar em câncer. De fato, uma grande parcela dos casos de carcinomas de pulmão de células não pequenas (NSCLC – sigla em inglês) apresentam mutações neste gene (de 60 a 80%). No entanto, a incidência de mutações ativadoras no gene EGFR em casos de NSCLC é menor, entre 10 a 30%.

Estas mutações ativadoras são aquelas que efetivamente irão desencadear o desenvolvimento do câncer e são frequentemente utilizadas como alvo para o desenvolvimento de novos fármacos para tratamento, como os inibidores da atividade da proteína EGFR. Por isso, o EGFR tornou-se uma importante ferramenta utilizada para a terapêutica, melhorando a sobrevida de pacientes diagnosticados com a doença.

  1. Mas não é só isso! O gene EGFR também é utilizado como um importante biomarcador para o câncer de pulmão.
  2. É possível identificar uma mutação específica no gene EGFR na amostra por meio da técnica molecular de PCR, ou ainda, múltiplas por meio do sequenciamento de nova geração (NGS).
  3. Estas técnicas, juntamente com a análise histopatológica do tecido, são essenciais para fechar com assertividade o diagnóstico da doença.

Além disso, esse tipo de análise auxilia o médico na tomada de decisão da melhor conduta terapêutica. Isso porque, a depender do tipo de mutação, a EGFR pode se tornar mais sensível à ação dos fármacos inibidores mencionados anteriormente, como o erlotinibe e gefitinibe.

  1. Dessa forma, sugere-se a utilização desse tipo de abordagem farmacológica em lugar da quimioterapia em casos de pacientes diagnosticados com NSCLC.
  2. No Grupo Diagnose, você encontra os exames de PCR e NGS para ampla variedade de oncogenes, como o EGFR.
  3. Além disso, contamos com uma equipe especializada para garantir segurança e precisão na geração dos resultados.

Nós, do Grupo Diagnose, assumimos o compromisso de deixá-los sempre bem-informados e atualizados, trazendo conteúdos relevantes e de qualidade para você. Referência: Bethune, G., Bethune, D., Ridgway, N., & Xu, Z. (2010). Epidermal growth factor receptor (EGFR) in lung cancer: an overview and update.

Journal of thoracic disease, Gridelli, C., Rossi, A., Carbone, D. et al. (2015). Non-small-cell lung cancer. Nat Rev Dis Primers, INCA – Instituto Nacional de Câncer. Câncer de Pulmão. (2021). Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-pulmao Jin, R., Peng, L., Shou, J., Wang, J., Jin, Y., Liang, F.,,

& Xia, Y. (2021). EGFR-Mutated Squamous Cell Lung Cancer and Its Association With Outcomes. Frontiers in Oncology, Metro, G., & Crinò, L. (2012). Advances on EGFR mutation for lung cancer. Translational lung cancer research, Rudin, C.M., Brambilla, E., Faivre-Finn, C.
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O quê é creatinina EGFR?

Quais são os resultados possíveis para o exame Creatinina – Inclui a Taxa de Filtração Glomerular? – Os resultados do exame de creatinina com taxa de filtração glomerular devem estar dentro do limite automático, conforme os valores indicados na tabela abaixo. Resultados fora da faixa normal devem ser acompanhados por um médico.

Gênero Valores de referência
Feminino 0,5 – 1,11 mg/dL
Masculino 0,72 – 1,25 mg/dL

img class=’aligncenter wp-image-189362 size-full’ src=’https://normasambientales.com.mx/infoblog/wp-content/uploads/2023/04/fimogibelunu.png’ alt=’Egfr Afrodescendente Baixo O Que Significa’ /> Também conhecido como: Dosagem de Creatinina, Creatinina no Sangue, Creatinina (Soro), Creatininemia, GFR Estimativa e Filtração Glomerular Estimada. A creatinina é um produzida pelos músculos, filtrada no sangue pelos rins e liberada pela urina. A quantidade produzida depende do tamanho do corpo e da massa muscular.

  • A taxa de filtração glomerular é utilizada para estimar a quantidade de sangue filtrado por minuto pelos rins, sendo indicada para rastrear e detectar danos renais precocemente, além de ajudar no diagnóstico de doença renal crônica ou monitorar o funcionamento dos rins.
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Qual é a taxa normal de creatinina no sangue?

Além disso, as taxas de creatinina também podem variar de acordo com o sexo: Mulheres: 0,60 a 1,12 mg/dl. Homens: 0,70 a 1,3 mg/dl.
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Como detectar EGFR?

Como interpretar o laudo do EGFR no NGS + Apresentação do dado WCLC 3 min. de leitura Dr. Marcos Andre de Sa Barreto Costa, Oncologista Clínico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Presidente do Grupo Brasileiro de Oncologia de Precisão (GBOP), conversa neste podcast sobre as plataformas genômicas de diagnóstico mais usadas para detecção das alterações presentes no EGFR, no contexto do CPNPC O manejo clínico do câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) é adaptado com base em achados patológicos, estadiamento clínico e perfil molecular.

Neste sentido, EGFR é conhecidamente um driver neste tipo de câncer, e inibidores de EGFR tirosina quinase (TKI) de primeira e segunda geração foram desenvolvidos para as principais mutações encontradas em EGFR, que são deleções no éxon 19 e mutações pontuais no éxon 21. Recentemente, houve um aumento de estudos sobre mutações de inserção no éxon 20, e assim, a chegada de novas drogas contra essas mutações.

Mutações no éxon 20 d o e EGFR contabilizam por aproximadamente 4 e a 10% de todas as mutações em EGFR observadas no CPNPC, e a detecção destas mutações pode ser desafiadora na prática clínica. Portanto, a falha nesta detecção impede a melhor escolha de terapias alvo para os pacientes, já que as mutações de inserção do n o éxon 20 do EGFR geralmente são resistentes aos inibidores tirosina quinase contra EGFR atualmente aprovados.

Devido a importância das mutações de EGFR, as diretrizes clínicas da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) e da National Comprehensive Cancer Network (NCCN) recomendam o uso de testes moleculares no diagnóstico inicial de CPNPC e quando os pacientes progridem ou recaem na terapia, para detectar a presença de biomarcadores moleculares.

Existem duas maneiras principais de identificar mutações EGFR, a reação em cadeia da polimerase (PCR) e o next generation sequencing (NGS). Entretanto, os diagnósticos baseados em PCR têm uma capacidade limitada de identificar mutações de inserção no éxon 20 de EGFR, já que é uma técnica que conta com a utilização de enzimas que amplificam sequencias já conhecidas.

Portanto, o PCR é normalmente utilizado para identificar apenas as alterações genéticas mais comuns. Já o NGS é um método valioso para detectar a presença de biomarcadores de CPNPC, incluindo mutações de inserção do éxon 20 de EGFR. Além disso, o NGS é uma ferramenta de diagnóstico sensível, capaz de testar simultaneamente milhares de genes sem conhecimento prévio da sequência.

Isso torna o NGS uma ferramenta valiosa para identificar alterações de sequência molecularmente heterogêneas, incluindo a vasta gama de mutações de inserção no éxon20 de d o EGFR, que são encontradas nos CPNPC. Neste sentido, um estudo mostrou que 48,6% das mutações de inserção no éxon 20 de d o EGFR identificadas via NGS são perdidas por PCR, e das 17 variantes de mutações de inserção no éxon 20 de EGFR mais comuns, apenas 4 podem ser identificadas por PCR.

  • A identificação precisa dessas mutações é tão importante na prática clínica, porque hoje estão disponíveis terapias alvo, como o amivantamabe, que foi a primeira droga a ser liberada pelo FDA para esta indicação. Dr.
  • Marcos conclui que a realização do NGS é de extrema importância para detectarmos com maior fidedignidade os pacientes que podem obter benefício clínico desses medicamentos.

Ouça agora: Referências:

  1. ESMO clinical practice guidelines. Metastatic non-small cell lung cancer: ESMO Clinical Practice Guidelines for diagnosis, treatment and follow-up. Updated version published 15 September 2020.
  2. Bauml J et al. Abstract presented at the IASLC 2020 World Conference on Lung Cancer.28–31 January 2021. Singapore, worldwide virtual event. FP07.
  3. Minchom AR, Girard N, Bazhenova L, et al. Amivantamab compared with real-world therapies in patients with NSCLC with EGFR Exon 20 insertion mutations who have progressed after platinum doublet chemotherapy. J Clin Oncol.2021;39(suppl 15):9052. doi:10.1200/JCO.2021.39.15_suppl.9052
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  • Para saber mais sobre câncer de pulmão acesse:

: Como interpretar o laudo do EGFR no NGS + Apresentação do dado WCLC
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